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Conte as viagens sem tocar na rede

Quantas pessoas viajaram, de onde para onde e a que hora, sem instalar nada nos veículos. Os horários da rede publicados onde as pessoas já pesquisam.

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Rua a descer a partir da paragem, com a marca da Boavia em calçada portuguesa no passeio.

O que a autoridade e o operador recebem

A autoridade e o operador assinam o mesmo protocolo e usam o mesmo portal, mas recebem coisas diferentes.

Sinal de paragem à beira da rua, com as casas da vila atrás.

A autoridade

  • Contagens mensais de viagens por paragem, hora e dia, ao lado dos totais que já tem.
  • Os horários da rede no ponto de acesso nacional e nas aplicações de mapas, como o Regulamento (UE) 2017/1926 pede.
  • Um extrato de liquidação, bilhete a bilhete.
  • Agregados sobre os quais pode agir. Nunca os dados de uma pessoa.
Carros estacionados ao longo do lancil, cedo, com a rua ainda vazia.

O operador

  • Mais um canal de venda, sem equipamento a bordo e sem dinheiro a manusear.
  • A receita do bilhete fica com o operador. A Boavia compra por grosso e revende à tarifa da autoridade.
  • Ocupação por percurso e por hora, sem nenhum número por motorista.
  • Nada muda nos títulos que já vende nem no contrato que já tem.

A rede que já existe, contada

Nada muda nos veículos, nas carreiras ou nos horários. O que muda é passar a saber, mês a mês, quantas pessoas viajaram e entre que paragens.

Telhados e chaminés sobre a rua, com as colinas a fechar o fundo.

Como começar

  1. 01

    Uma conversa

    Com quem conhece a rede, sobre o que existe, o que falta e o que a Boavia acrescenta.

  2. 02

    Um protocolo de 12 meses

    Não oneroso, renovável, dentro do ajuste direto. Nada do que já existe é tocado.

  3. 03

    Arranque em semanas

    Os horários entram, a rede fica pesquisável e a venda arranca em paralelo com o que já existe.

Arranque em paralelo

São quatro posições e cada uma é completa por si. Nada do que se assina na primeira compromete a segunda.

  • Paralelo

    O sistema que existe continua a funcionar, intocado. O papel continua a vender-se, o contrato do operador não muda e junta-se um canal que não custa capital a ninguém. A autoridade ganha um produto para quem viaja e um conjunto de números que nenhum outro instrumento produz.

    incluído
  • Integrado

    Os dois sistemas trocam dados: a Boavia lê o que o sistema existente publica e publica o que ele consegue ler. O passageiro vê um só serviço e o operador mantém a sua consola.

  • Substituído

    Cada módulo passa para a Boavia quando o seu contrato chega ao fim. É uma sequência de pequenas aquisições, nunca uma grande.

  • Histórico

    O registo do que foi pedido à rede e do que ela entregou acumula-se ao longo do tempo e alimenta a análise. Só com base legal, cláusula contratual que o permita e dados anónimos por construção.

Como se conta cada viagem

O bilhete leva dentro a viagem inteira. Quando o passageiro o ativa, ficam registados a origem e o destino, ao nível da paragem. É isso que produz a contagem. Não é preciso equipamento a bordo nem ninguém a contar.

A validação protege a receita: um telemóvel do pessoal lê o código e impede que um ecrã pague por três pessoas. Liga-se percurso a percurso, quando a autoridade quiser.

Bilhete no telemóvel, com o código pronto a mostrar.

Os horários da rede onde as pessoas já pesquisam

Convertemos o que a autoridade já declara para GTFS e NeTEx e entregamos os ficheiros no ponto de acesso nacional. É o formato que o Regulamento (UE) 2017/1926, na sua redação atual, pede. Sem trabalho adicional para os serviços.

Publicados assim, os horários da rede aparecem nas aplicações de mapas que os passageiros já usam, além da Boavia.

Os mesmos ficheiros alimentam o planeador da Boavia: a rede fica pesquisável porta a porta a partir de qualquer morada do país.

O município recebe contagens e nunca dados pessoais

A Boavia é a responsável pelo tratamento dos dados de quem viaja. O município recebe agregados sobre os quais pode agir, como viagens por paragem, hora e dia. Nunca o nome, o percurso ou o histórico de uma pessoa.

Nunca é produzido um número por motorista. Tudo corre na União Europeia.

Sem custo para a autoridade

O protocolo é não oneroso: sem taxa, sem comissão, sem licença. A Boavia vende à tarifa da autoridade e a sua margem vem do acordo de revenda com o operador. Os produtos de informação, se a autoridade os quiser, são um contrato separado, a 36 meses, e começam em 0 €.

  • Dados

    0 €

    Os horários da sua rede publicados em GTFS e NeTEx, e a rede no portal.

  • Relatórios

    sob consulta

    Análises mensais sobre a rede: procura, capacidade, frequência, rentabilidade por percurso. Dentro do ajuste direto a 36 meses.

  • IA

    sob consulta

    Perguntas à rede em linguagem corrente, e alertas. Dentro do ajuste direto a 36 meses.

  • Agente

    sob consulta

    Um assistente que acompanha a equipa todos os dias. A 36 meses, sai do ajuste direto e entra em consulta prévia.

Valores sem IVA. Uma organização subscreve exatamente um escalão. Os módulos de análise não alteram o preço.

Perguntas frequentes

Quanto custa a Boavia a um município?

Nada, no bilhete. O protocolo é não oneroso e a autoridade não paga taxa, comissão nem licença. A Boavia vende à tarifa da autoridade e a sua margem vem do acordo de revenda com o operador. Os produtos de informação são um contrato separado, que começa em 0 €.

O que muda para o operador?

Nada no que já vende e nada no contrato que já tem. O operador ganha um canal de venda sem equipamento a bordo e sem dinheiro a manusear. Também passa a ver a ocupação por percurso e por hora.

Quem fica com a receita do bilhete?

O operador. A Boavia compra por grosso, revende à tarifa fixada pela autoridade e a sua margem sai desse acordo de revenda. A autoridade não paga comissão nenhuma.

É preciso instalar equipamentos nos veículos ou emitir cartões?

Não. Nada se instala a bordo e não há cartão: a credencial é o telemóvel do passageiro. A validação, quando a autoridade a quiser, é um telemóvel do pessoal a ler o código, e pode ser ligada percurso a percurso.

O que acontece à bilhética que já temos?

Continua exatamente como está. A Boavia começa em paralelo: o papel continua a vender-se, o contrato do operador não muda e nenhum sistema é desligado. Passa a haver um canal a mais.

O operador perde receita com os bilhetes digitais?

Não. Durante o piloto, o operador recebe por cada bilhete vendido na Boavia o mesmo que receberia em dinheiro. A fórmula de compensação fica como está. O operador deixa ainda de manusear esse dinheiro.

Que dados recebe o município, e de quem são?

O município recebe contagens: viagens, paragens, horas, dias. Nunca recebe os dados de uma pessoa nem um número por motorista. A Boavia é a responsável pelo tratamento e tudo corre na União Europeia.

É preciso concurso público para contratar a Boavia?

Para o protocolo, não, porque é não oneroso. Os produtos de informação, se a autoridade os quiser, são contratados a 36 meses. Os dois primeiros escalões pagos cabem no ajuste direto e o Agente entra em consulta prévia. Dizemo-lo já, antes de qualquer assinatura.

Comece por uma conversa

Diga-nos qual é a autoridade ou o operador, qual é a rede e a quem devemos responder.